Em uma democracia o momento mais importante é aquele no qual escolhemos quem ocupará cargos governamentais, ou seja, quem nós elegemos para nos conduzir. No Brasil isso é feito através do voto direto, que é obrigatório dos 18 aos 70 anos de idade. Ao mesmo tempo em que é um dever, é também um direito. Atualmente o Código Eleitoral Brasileiro garante uma conquista da juventude brasileira, permitindo que se possa participar do processo eleitoral a partir dos 16 anos – definindo quem serão nossos vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais, governadores, presidente da república e senadores.
Queremos, devemos e podemos ser ouvidos. Observamos ao nosso redor e percebemos a necessidade de mudanças, seja na área da saúde, da educação, da economia ou da cultura. Quanto mais cedo participarmos da vida política, melhor. Apesar de toda a desconfiança causada pelas péssimas práticas de alguns administradores, é através da política que se definem rumos e diretrizes para todos os setores da sociedade – e, dentro deles, deve estar expressa também os anseios da juventude.
O esclarecimento e a consciência política devem ser cultivados e incentivados. O voto não deve ser simplesmente uma ação de apertar teclas ao acaso, ou movida por idéias vazias. Acreditamos que ele seja o resultado de um processo minuncioso de diálogos, debates, preocupações e propostas: a materialização do desejo de desenvolvimento humano e da democracia em seus mais diversos aspectos.

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